Dólmen do Santo de Vile
Designação
Dólmen de Vile / Dólmen do Santo de Vile
Localização
Viana do Castelo, Caminha, Vile, Lugar do Pinhal do Santo de Vile
Protecção
IIP, Dec. nº 29/90, DR 163 de 17 Julho 1990
Enquadramento
Rural, periférico, plataforma de terraço fluvial, coberta de pinhal, na margem direita do vale do Rio Âncora, junto a uma oficina de automóveis.
Descrição
Mamoa com cobertura de 15 m de diâmetro e 2,5 m de altura, destruída na extremidade da mamoa, no quadrante O., pela construção de uma oficina de automóveis. A mamoa apresenta restos da couraça pétrea, muito danificada, sendo saliente o grande negativo da violação da câmara, conservando somente um esteio da câmara.
Descrição Complementar
Nas escavações efectuadas foi recolhido uma ponta de seta de sílex e outra de quartzo, assim como um machado polido.
Utilização Inicial
Funerária: Dólmen
Utilização Actual
Marco histórico-cultural
Propriedade
Privada: pessoa singular
Época Construção
Pré-história
Cronologia
3 milénio a.C. - Provável construção;
2000 - diagnóstico, elaboração de proposta e assistência técnica para a conservação, beneficiação, salvaguarda e revitalização pela DREMN.
Tipologia
Arquitectura funerária, megalítica. Monumento megalítico apenas com mamoa e um esteio do dólmen.
Dados Técnicos
Estrutura autoportante.
Materiais
Esteio em monólito granítico; "tumulus" constituído por terra e pedra miúda.
Bibliografia
SARMENTO, Francisco Martins, Antiqua, Revista de Guimarães, 97 / 98, Guimarães, 1987 / 1988, p. 9;
JORGE, Vítor Oliveira, Megalitismo do Norte de Portugal: o distrito do Porto - os monumentos e a sua problemática no contexto europeu, dissertação de doutoramento, polic., vol. 1, Fac. de Letras da Univ. do Porto, 1982, p. 425.
Intervenção Realizada
Séc. 19, finais - escavação arqueológica de responsabilidade de Francisco Martins Sarmento.
Observações
O espólio deste monumento encontra-se depositado no Museu da Sociedade Martins Sarmento; dentro da Zona de Protecção foram recentemente construídas habitações; a cratera correspondente à câmara serve de receptáculo de lixo; a oficina de automóveis construiu um parque de estacionamento alcatroado na zona imediatamente contígua à mamoa.
viva, homónimo Brito!
ResponderEliminarsó hoje soube, pelo António Castilho, que esteve em vermoim, no passado sábado... não o re_conheci, mas também esteve muita gente, o que é bom sinal. de toda a forma, um abraço para si, atrasado, mas... sempre a tempo!
É verdade, estive em Vermoim e no final tencionava cumprimentá-lo, mas distraí-me e quando o procurei já tinha saído. Fica para a próxima.
ResponderEliminarObrigado pela visita e comentário.
Abraço
Olá sr.Brito tudo o que diz esta tudo muito certo e gostava de ver a mamoa verdadeira mente tratada como tem a sua importancia.
ResponderEliminarMas a verdade não e bem assim as casas ai no redor tem entre 20 e 30 anos e já desse tempo ai era reservatório de lixo e não havia oficina e nunca se fez nada
e o pouco de terá que foi cortada nesse redor já foi do tempo de um campo de futebol que ai existiu .
Qualquer das maneiras obrigada por divulgar esse monumento
Obrigada
Abraço