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A mostrar mensagens de março, 2024

Inauguração da ambulância Skoda

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Artigo publicado no jornal "Notícias de Viana" a 25 de Dezembro de 1958, dava conta da benção e entrada em funcionamento da nova ambulancia de marca Skoda. "Perante uma formatura dos bombeiros voluntários da Vila Praia de Âncora, o Rev.º Padre José Pereira de Lima, pároco desta localidade, deu a bênção à nova auto-ambulância, recentemente adquirida com os subsídios da Direcção-Geral de Assistência e da Junta Central das Casas dos Pescadores. Com a entrada em funções da nova ambulância passa a Associação dos Bombeiros da Vila Praia de Âncora a dispor de três viaturas, novas e eficientes ao serviço das freguesias do concelho e em especial do Vale do Âncora. A direcção anunciou a aquisição de uma potente motobomba, graças a outro subsídio do Conselho Nacional dos Serviços de Incêndios."  

Despedidas

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O 1º ministro despediu-se formalmente ontem do sr. Presidente da República. Fica a imagem para a posteridade.

Patrulhas do Rio Minho

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Em 1864, Portugal e Espanha assinaram o “ Tratado de Limites ” onde estabeleceram que as águas, cujo curso determinam a linha internacional, passassem a ser de uso comum para ambos os países. Posteriormente o “ Regulamento relativo aos rios limítrofes entre Portugal e Espanha ” dispôs que a pesca e a navegação no rio Minho, fossem vigiadas por vasos de guerra de cada país. No que diz respeito à Marinha de Guerra de Portugal, fontes dizem terem sido cinco e outras apenas quatro olvidando a primeira lancha; no entanto estou convencido que foram cinco as embarcações afectas às tarefas de vigilância e fiscalização deste rio minhoto a partir de 1864, para fazer cumprir o tratado e regulamento atrás referido, foram elas:   RIO MINHO (1) – Lancha canhoneira de fiscalização fluvial, 13,5m/35tons, 1 máquina a vapor de 60cv, 1 hélice, 8 nós, 15 tripulantes, 2 peças de bronze de carregar pela boca. Provavelmente construída em Lisboa, prestou serviço no rio Minho de 1864 a 1877. Havia uma embarcaç...

Comandante Araújo Pereira - 2ª parte

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Ainda sobre o Comandante Araújo Pereira, chegou-me a informação que nos seus tempos de juventude, antes de ir para a Marinha, integrou um conjunto musical local. Depois de entrar para a Marinha fez parte do conjunto "Os Náuticos", que era liderado por um capelão, vendo-se na foto, Araújo Pereira em primeiro plano ao centro. Se alguém souber e quiser identificar os restantes músicos do "Os Náuticos", agradecia. Esta foto foi-me cedida pelo meu bom e atento amigo, João Pereira, o "Janota".

Jorge Maia Ramos Pereira

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Estando prestes a passar 50 anos sobre a morte do Almirante Ramos Pereira, entendeu a Câmara Municipal de Caminha e a Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, prestar homenagem a este brioso militar, lutador antifascista e filantropo. Em hora boa issso acontece, pois nunca é demais recordar e exaltar a memória dos Grandes Ancorenses.    O Almirante Ramos Pereira foi um dos filhos mais ilustres do Concelho de Caminha. Nascido em Vila Praia de Âncora, casou a 11 de maio de 1939 com Maria da Graça Lopes de Mendonça, neta do poeta Henrique Lopes de Mendonça, autor do Hino Nacional. Não tiveram descendentes. A identificação da família Ramos Pereira com Vila Praia de Âncora é bem patente na toponímia, chegando a criar alguma confusão devido à atribuição do seu nome a várias artérias desta vila (Rua Contra Almirante Ramos Pereira, Avenida Dr. Ramos Pereira e Parque Dr. Ramos Pereira). Filho do médico Luís Inocêncio Ramos Pereira, nasceu em Vila Praia de Âncora, concelho de Caminha, a 6 de ...

Praia d' Âncora em 1942

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A Praia d' Âncora teve direito a uma foto na rubrica "As nossas Praias" da revista de Arte e Turismo "Panorama", publicada em 1942.  

Comandante Araújo Pereira

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O Maestro Capitão-de-fragata José Joaquim de Araújo Pereira nasceu em Seixas – Caminha e iniciou os seus estudos musicais com a professora Emília Fão de Vila Praia de Âncora, irmã de Artur Fão que foi chefe da Banda da Marinha entre 1920 e 1956. Tocou na Banda de Música de Lanhelas sob orientação de João da Costa e do maestro Rafael Alves; após ingressar na Marinha, concorreu à Banda da Armada, onde fez toda a sua carreira até ascender a Oficial, prestando as respetivas provas públicas no Conservatório Nacional de Lisboa (Provas Técnicas) e na Escola Naval (Ciências Sócio-Militares). Como componente do agrupamento “ Os Náuticos ”, percorreu Cabo Verde, Guiné, Angola e Moçambique e participou em várias gravações para a rádio e televisão. Entretanto, prosseguiu os seus estudos académicos, completando o Curso Complementar dos Liceus e a admissão à Universidade, ao mesmo tempo que no Conservatório Nacional de Lisboa completava os Cursos de Acústica, História da Música, Educação Musical e o...

João Alves da Devesa

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Foi um ancorense que morreu em combate durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). A causa imediata do início do conflito foi o assassinato do arquiduque da Áustria, Francisco Fernando, herdeiro ao trono do Império Austro-Hungaro, ocorrido em Serajevo a 28 de Junho de 1914. Portugal só entrou no conflito em 1916, ao lado dos ingleses e restantes Aliados, com o designado Corpo Expedicionário Português, mal armado e pior preparado. Portugal procurava manter a posse das colónias, consolidar o reconhecimento do regime republicano implantado em 1910 e impedir a perda da identidade nacional. Enviando tropas primeiro para África, depois para a Flandres, queria também assegurar um lugar à mesa das negociações no pós-guerra. Em 1918, a 9 de Abril, os alemães lançam uma grande ofensiva e a frente portuguesa na Flandres sofre um importante revés, em grande medida devido aos brutais bombardeamentos que precederam o avanço das forças de infantaria. Durante este confronto, que ficou conhecido por...